Confusões podem causar grandes estragos, mas também grandes risadas.
Essa história de áudio pelo WhatsApp facilita a vida de quem está dirigindo, tem algo longo pra contar e ou tem alguma parada urgente para armar. Desta vez falaremos sobre a terceira opção!
Pra mim, ouvir um áudio não é uma coisa simples. Quando é longo então... Me distraio, adianto pra ouvir o final logo, e vez ou outra não entendo bulhufas! Por isso ouço mais de uma vez.
Imagina se quem "inventa" letras de músicas e canta pra sempre como se fosse verdade não iria ser vitimada por um áudio de WhatsApp? Facilmente.
Tudo começou assim:
...Pi disse: Cês podem vir pra cá quarta? O Gui vai jogar bola e a prima dele de Salvador estará aqui, não tenho assunto com ela!
...Tanga disse: Ahhh não! Ela nem bebe... Fica reclamando que a comida não tem tempero... Quer tacar camarão em tudo!
...Eu disse: Só li verdades! Sou alérgica! A camarão e a gente chata!
A conversa se estendeu, argumentos de todos os lados, mas uma amizade é uma amizade, né? Ainda mais vindo em um áudio cheio de súplica.
Ouvi algumas vezes e disse que não entendia a parte final, onde estaríamos de bermudinha...
Pensei, "e desde quando usamos bermudinhas?".
As loucas não me deram atenção quando questionei, e quarta feira lá estava eu:
Com cerveja e bermudinha tocando o interfone.
Ao chegar já notei que só eu estava trajando o combinado e assim que pude questionei o motivo de só eu estar com a cafona peça de roupa.
Ninguém entendeu... E cheia de razão peguei o áudio. E mostrei o exato momento que a roupa foi citada: "ah cara fazemos tudo junto, bermudinha e tal"...
Cinco minutos depois de gargalhadas, quando elas retomaram o ar, entendi o que o áudio queria dizer na verdade...
"(...) ah cara fazemos tudo junto, MERMO DIA e tal."
Conclusão: Tenho uma bermuda na gaveta e uma história besta.
Essa história de áudio pelo WhatsApp facilita a vida de quem está dirigindo, tem algo longo pra contar e ou tem alguma parada urgente para armar. Desta vez falaremos sobre a terceira opção!
Pra mim, ouvir um áudio não é uma coisa simples. Quando é longo então... Me distraio, adianto pra ouvir o final logo, e vez ou outra não entendo bulhufas! Por isso ouço mais de uma vez.
Imagina se quem "inventa" letras de músicas e canta pra sempre como se fosse verdade não iria ser vitimada por um áudio de WhatsApp? Facilmente.
Tudo começou assim:
...Pi disse: Cês podem vir pra cá quarta? O Gui vai jogar bola e a prima dele de Salvador estará aqui, não tenho assunto com ela!
...Tanga disse: Ahhh não! Ela nem bebe... Fica reclamando que a comida não tem tempero... Quer tacar camarão em tudo!
...Eu disse: Só li verdades! Sou alérgica! A camarão e a gente chata!
A conversa se estendeu, argumentos de todos os lados, mas uma amizade é uma amizade, né? Ainda mais vindo em um áudio cheio de súplica.
Ouvi algumas vezes e disse que não entendia a parte final, onde estaríamos de bermudinha...
Pensei, "e desde quando usamos bermudinhas?".
As loucas não me deram atenção quando questionei, e quarta feira lá estava eu:
Com cerveja e bermudinha tocando o interfone.
Ao chegar já notei que só eu estava trajando o combinado e assim que pude questionei o motivo de só eu estar com a cafona peça de roupa.
Ninguém entendeu... E cheia de razão peguei o áudio. E mostrei o exato momento que a roupa foi citada: "ah cara fazemos tudo junto, bermudinha e tal"...
Cinco minutos depois de gargalhadas, quando elas retomaram o ar, entendi o que o áudio queria dizer na verdade...
"(...) ah cara fazemos tudo junto, MERMO DIA e tal."
Conclusão: Tenho uma bermuda na gaveta e uma história besta.
