Ganhei um presente de natal que gostei muito. Um livro. Nele tem uma frase que diz que "Quando escrevo, eu me entendo melhor, eu me conheço melhor. É uma forma de ter acesso direto ao que eu sinto. Quando escrevo eu finalmente calo os gritos internos.” Tão eu...
Em algumas fases sou a mais triste do mundo. Sinto o peso mesmo nos ombros, tipo o titã Atlas, e tento me agarrar no fiozinho alegria que sobra. Nesses dias eu sumo, eu choro, eu enfio a cara no travesseiro, ouço música que faz doer, jogo sal na ferida aberta e choro mais. Ouvir "reage", ou "você não é assim" não ajuda em nada... Porque eu tento reagir e porque eu sei que vou acordar um dia e realmente ver que sol é a coisa mais linda que eu já vi ou que dançar na chuva refresca... É só isso. Pronto! Abraço mesmo minha tristeza, agarro, alimento e deixo ela ir embora na hora dela... Até chegar uma nova tristeza. Porque aquela já se esgotou e vai dar lugar a uma nova... Assim como as alegrias.
Observação: O Livro se chama Diário de uma sentimentalista, da jovem escritora Sthefany Lacerda
Em algumas fases sou a mais triste do mundo. Sinto o peso mesmo nos ombros, tipo o titã Atlas, e tento me agarrar no fiozinho alegria que sobra. Nesses dias eu sumo, eu choro, eu enfio a cara no travesseiro, ouço música que faz doer, jogo sal na ferida aberta e choro mais. Ouvir "reage", ou "você não é assim" não ajuda em nada... Porque eu tento reagir e porque eu sei que vou acordar um dia e realmente ver que sol é a coisa mais linda que eu já vi ou que dançar na chuva refresca... É só isso. Pronto! Abraço mesmo minha tristeza, agarro, alimento e deixo ela ir embora na hora dela... Até chegar uma nova tristeza. Porque aquela já se esgotou e vai dar lugar a uma nova... Assim como as alegrias.
E doeu descobrir isso, sabe? Que não é só rosa... Mas outras cores são legais também! Pensa numa virginiana que ama rotina, tudo no seu lugar e se vê vivendo uma bagunça? Onde amores vão embora, pessoas importantes morrem, dinheiro não dá pra chegar ao fim do mês... Tamu junto tristeza, e "sem vergonha de ser feliz"! Sou humana. E por mais que existam ondas de tristeza, sou feliz assim.
Observação: O Livro se chama Diário de uma sentimentalista, da jovem escritora Sthefany Lacerda
